Sobre como a minha sorte é pilantra...

Eu odeio quando falam que eu não vou conseguir alguma coisa, mas não porque eu seja cabeça dura, simplesmente porque costumo correr atrás de coisas que eu realmente quero pra mim, entende? Jamais vou querer comer peixe se não gosto de peixe. Mas nem sempre a determinação me leva muito longe, principalmente porque o mundo gira em torno de muita gente.

Nada mais de faculdade de Psicologia. A madrinha da minha irmã fez a cabeça da minha mãe, fiquei na merda. O dinheiro vai ser aplicado em outra coisa, com certeza não decidirei o seu destino. Minha mãe fala sobre eu continuar o meu inglês, mas eu não estou com ânimo pra ele. Dá pra acreditar que eu não tô nem aí? Sério! Isso tudo porque eu descobri que sou boa em duas coisas: defender você dos outros e defendê-lo de si mesmo. Eu estava me sentindo tão capaz, queria fazer as duas faculdades.

Vou ficar esses seis meses nessa merda de casa, limpando tudo, cuidando da minha irmã. Todo dia eu fico cansada antes das 18h da tarde, sem energia pra ler, sem saco pra estudar inglês - eu ainda estudava, mesmo depois de ter trancado o curso. Até comer tá sem graça. A única coisa que ainda salva os meus dias são as visitas da Deborah mesmo. Não fosse ela, eu dormiria o máximo de tempo possível e acordaria só na hora de preparar o almoço.

I guess promises are better left unsaid. Porque é muita sacanagem você plantar esperança dentro das pessoas. Mas as coisas acontecem dessa maneira mesmo. Uns me cortam as pernas, mais tarde eu dou um jeito de voar, né? Se não foi dessa vez, farei dar certo na próxima. A minha vida sempre foi tentar de novo.

O tempo vai dar um jeito de me fazer esquecer disso tudo. Vai passar. Eu sei que vai. Por enquanto eu vou dar um jeitinho nesse aperto que estou sentindo aqui dentro.

É isso. Até.

por Bah

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~*~ love makes the world go round ~*~

U2, U2...

Resolvi escrever ao som de U2 (ou tentar, sei lá). Começando com "I Still Haven't Found What I'm Looking For".

O que será que deu em mim? To postando muito pra alguém que tinha quase abandonado isso aqui. Nem posso dizer que é falta do que fazer, pois passei as férias inteiras desocupada e só agora resolvi voltar a escrever.

Ontem eu dormi às 4h da manhã, acordei 7h pra ouvir a minha mãe falar umas coisas e depois por volta das 9h porque a Deborah resolveu me dar outro susto - mas esse susto foi de verdade, não esperava a visita dela, a recebi toda descabelada, de estômago vazio e sem nem estar com os dentes escovados!

Minha casa tava uma bagunça, minha irmã não foi pra aula e eu fiquei morrendo de preguiça jogada no sofá. Daí meu irmão chegou e comecei a arrumar tudo. O Gu ligou perguntando se podia passar aqui, mas nem dava, eu tava cheia de coisas pra fazer. Quando eu deitei no sofá novamente, ele apareceu. Conversamos muito e rimos demais! Foi legal recebê-lo, foi bem divertido mesmo. Talvez a gente marque algo pra fazer no sábado. \o/

Conversa engraçada com a tal moça do churrasco ontem. Ela tem uma coisa que me deixa intragada, uma maneira de ver o mundo, é tudo tão previsível, saca? Não chega a ser um defeito, mas ela anda meio desanimada, não sei. Mas, se tudo der certo, até junho acho que dá pra sacudir um pouco a vida dela - até to imaginando a cara dela ao ler isso... Hahaha.

É, não adianta, U2 não me inspira... Deixa eu mudar.

Agora ao som de "Kanashimi wo Yasashisa Ni" de Naruto. Hahaha... É mais animado, sei lá. Enfim, vamos lá então.

Problemas, problemas. Acho que eu nunca passei por uma fase tão light. Meus problemas não se encaixam naqueles sem solução e nem incomodam como deveriam. Talvez seja a minha felicidade que tem espantado coisa ruim. Hehehe... E eu ando tãããão feliz!

Do nada lembrei da Luly. Por quê? Ela deixou um comentário no meu fotolog, disse sentir saudades e deu a entender que eu não sinto. Fico lembrando de quando era Deus no céu e Luly na terra. Caramba, meu mundo ficava perfeito ao ouvir a voz dela, eu ria muito quando conversávamos. Acho que eu nunca valorizei tanto uma amiga assim.

Gosto muito dos meus amigos, mas não do jeito que eu gostava dela, não conseguia ver as pessoas como a via. Pra mim era impossível existir alguém pelo menos um pouquinho parecido com ela. Você deve estar imaginando que ela é a pessoa mais agradável do mundo, né? Bom, ela é muito doce sim, mas também bastante complicada. Mas eu não me importava com os defeitos. Tipo, ela era ciumenta pra caramba, mas era a Luly, ela podia sentir ciúmes de mim.

Eu tentava mostrar, constantemente, o quanto eu a amava, o quanto a amizade dela era importante pra mim, o quanto cada segundo significava muito. De vez em quando eu passava um tempo meio longe, mas isso acontece aqui também, com os meus amigos que ficam beeem pertinho de mim. Depois de um tempo, de repente, como um tapa na cara, ela me falou umas coisas, nada muito chocante, mas que me atingiram de uma maneira estranha... Desde aí nunca mais fomos como éramos antigamente, nada mais de conversas durante a madrugada, nunca mais liguei pra ela. Não vou culpá-la por nada, ela não estava errada, eu era mesmo tudo aquilo que ela disse.

Foram coisinhas simples. Ela criticou o fato d'eu continuar ouvindo as mesmas bandas, disse que eu não me deixava ouvir coisas novas. E depois vieram outras críticas, uma mais descabida que a outra. Foi quando eu percebi o quanto ela não me conhecia e o quanto nos transformamos em meras estranhas. E eu, por mais estranho que pareça, amo muito aquela menina e sinto sim saudade, muita até. Porque um dia ela foi o meu sentido e conseguiu arrancar sorrisos suaves e intensos de mim.

Em pensar que nunca trocamos um abraço. =/

(...)

Bjo.

por Bah

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~*~ love makes the world go round ~*~

Oi, oi, oi!

Hoje (ontem) o dia começou meio confuso. Fiquei conversando com o Gu na madrugada, ele ligou pro meu cel e tivemos uma conversa que realmente não podia ter demorado a acontecer, precisávamos mesmo ter uma conversa. Mas tudo se resolveu, o papo foi super agradável. Pena que a minha mãe acordou e ficou reclamando por causa do horário. Sinceramente eu não sei que graça tem fazer 18 anos se nem conversar com uma amigo após a meia-noite eu posso - e eu ainda estava usando o meu celular.

Pouco depois que acordei recebi uma visita susto da Pooh. Foi legal, rimos bastante e eu já estava com saudade. Pena que durou pouco mais que uma hora e ela precisava voltar pra casa. E essa chata ainda me fez o favor de perder uma cartinha minha. Hunf.

Minha vida de irmã-mãe tá chatinha. Tenho que ficar lembrando a minha irmã um monte de coisas e ainda preparo o almoço dela. Mas eu perdôo em parte porque ela mal sabe fritar um ovo. De qualquer maneira o que mais me deixa revoltada é a minha mãe com essa mania de só cobrar as coisas de mim. Ninguém pode lavar a louça porque só eu nasci com mãos! ¬¬'

O Gu me chamou pra visitar a Jéssica (acho que é desse jeito) Cravo. Uma menina que não é patty, mas tem jeito. Foi legal, nem demorei pra encontrar a casa, rimos muito. Ela parece ser uma boa pessoa e nem é tão doidinha como ele disse. Ah, também conheci a Luisa (Luiza?!), que estuda com a Jéssica, muito engraçada a menina. Ficamos lá por mais de duas horas e depois peguei uma carona com o Gu e voltei pra casa.

Em casa tudo normal, tirando a bagunça que tava aqui e eu tendo que fazer o jantar. Aff. Depois ainda teve o big brother. Tadinha da Sirí, mas nem dava pra coitada ficar, seria muita pressão pra uma manteiga derretida que nem ela.

Aula de psicologia só segunda mesmo. Êêêê!!! =D

Bjo.

por Bah

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~*~ love makes the world go round ~*~

Aqui estou eu...

Ao som de Sway do Bic Runga, pensando um pouco em mim, pensando um pouco em nada. Talvez porque agora a minha vida without ensino médio esteja começando. Tudo quase que de uma vez só. As coisas indo bem por todos os lados e eu com uma cara de hein?! no meio.

Depois de uma certa arte ridícula aprontada e resolvida, posso dizer que meu namoro vai muito bem, obrigada. Não me recordo quando, mas estou certa de que já pus aqui algo sobre relacionamentos não darem certo comigo. E isso ocorre de fato. Na tentativa de não tentar eu quase estraguei o melhor relacionamento que tive. Primeiro porque todos os outros foram recheados de problemas ou passados esquisitos. Depois porque eu me considerava madura o suficiente pra ser a melhor pessoa do mundo de alguém. Ah, como a vida gosta de me dar um puxão de orelha! E então o pior quase aconteceu, mas de uma maneira estranhamente assustadora, tudo se resolveu e eu continuo a desfrutar desse relacionamento lindo, com a pessoa mais maravilhosa do mundo, com alguém que muda qualquer problema com aquele simples sorriso.

Mas my relantionships não se encerram por aí. Digamos que pra resolver um problema eu tive que criar outro, e este talvez seja um pouco mais difícil de se resolver do que o anterior. Incrível como eu só pareço me enrolar mais nas situações. Só espero que as coisas se resolvam um dia, aliás, eu não espero, estou trabalhando para que isso aconteça.

Um dia desses aí eu parei pra falar com uma menina que conheci com o Gu num churrasco. Foi legal - apesar d'eu ter uma sensação esquisita de que a gente não vai se dar muito bem. Conversamos bastante, por mais de uma hora. Quase no fim do papo, bem pertinho dela se despedir a falar que estava com dor na coluna e só restava eu on na listinha do MSN, ela disse que eu era complicada. Fiquei pensando muito nisso. Eu? Complicada? Mas qual seria a intenção por trás de uma observação como essa? Tá, eu sou complicada, admito. Muito ou pouco, não importa. De qualquer forma foi algo que ficou na minha cabeça mais do que "meias brancas ou pretas?" - e eu nem tenho meias pretas.

E entre um namoro bonitinho e amizades estranhas estou eu, a garota decidida-complicada-chorona. Aff, já chorei muito esse ano, estourei a cota! Eu deveria tomar um certo cuidado com a minha sensibilidade, não tá dando certo expressar muito as minhas emoções, sei lá, as pessoas se culpam muito por cada lágrima, como se fizessem mal a mim o tempo todo.

Eu to meio afogada em mim mesma, querendo sair de dentro de algo que pertenço desde quando nasci: my body. Sabe quando dá aquela vontade de se ver de longe pra saber o que estamos fazendo errado? É que a minha mãe anda muito implicante. Tá, eu sei que ela implica até com a própria sombra, mas acreditem: isso não tá me fazendo bem. Talvez seja algum problema no trabalho, ou seria algo mais sério? Do tipo "putz, matei um cara na esquina, escondi o corpo no armário e preciso de alguém sensível o suficiente pra admitir ser o culpado". Naaahh... Acho difícil, ela não esconderia ninguém no armário, iria sujar muito e ela é maníaca por limpeza.

Sobre afogamentos... Que tal eu me transformar numa louca maníaca que faz duas faculdades? Pois é, vou fazer Psicologia na Cathedral e no segundo semestre inicio Direito na UERR. O mais chato de tudo é a quantidade de pessoas que olham pra minha cara e falam espantadas: "Duas? Tá doida? Não dá!". Ora, ora, vão plantar batatas! Hehehe... Já disse, vou fazer o possível e o impossível pra levar as duas até o fim, se não der eu tranco psicologia e termino depois, hoje em dia existe solução pra tudo! Eu hein...

Agora chega de escrever - até mesmo porque o realplayer resolveu tocar U2 e eu fico sem idéia do que pensar quando ouço essa banda (?!).

Bjo.

por Bah

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~*~ love makes the world go round ~*~

Eu não sei o que escrever.

Não lembro exatamente o dia que coloquei esse novo template aqui, mas fazia um bom tempo que eu tinha enjoado do anterior. Troquei, mas a falta de idéias continuou e eu ainda não sei sobre o que falar, o que escrever.

Minha vida não mudou muito desde o último post. Certo que muitas coisas aconteceram, lágrimas rolaram, abraços, e enfim, continuo namorando - agora bem mais firme que antes.

Amigos e amigos numa boa. Colegas num canto, quase invisíveis e esquecidos, mas ainda ali. Não to saindo muito, tá bem mais difícil encontrar o povo que estudava comigo no hell. Pra falar a verdade eu acho que ainda não vi ninguém, fora a Márcia, esse ano.

Passei na UERR e as aulas só vão começar no segundo semestre. Provavelmente eu vá cursar psicologia na Cathedral, mas nada certo.

Não sei mais o que comentar. To meio "assim sei lá", sem saber direito a hora certa de dizer sim, quando é mais inteligente dizer não, mas disposta a tudo.

Até. :*

por Bah

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~bah . simple life ' complicated grrrl *` - - ¤ {since 2003}{vs 12.0}

Sobre como a minha sorte é pilantra...

Eu odeio quando falam que eu não vou conseguir alguma coisa, mas não porque eu seja cabeça dura, simplesmente porque costumo correr atrás de coisas que eu realmente quero pra mim, entende? Jamais vou querer comer peixe se não gosto de peixe. Mas nem sempre a determinação me leva muito longe, principalmente porque o mundo gira em torno de muita gente.

Nada mais de faculdade de Psicologia. A madrinha da minha irmã fez a cabeça da minha mãe, fiquei na merda. O dinheiro vai ser aplicado em outra coisa, com certeza não decidirei o seu destino. Minha mãe fala sobre eu continuar o meu inglês, mas eu não estou com ânimo pra ele. Dá pra acreditar que eu não tô nem aí? Sério! Isso tudo porque eu descobri que sou boa em duas coisas: defender você dos outros e defendê-lo de si mesmo. Eu estava me sentindo tão capaz, queria fazer as duas faculdades.

Vou ficar esses seis meses nessa merda de casa, limpando tudo, cuidando da minha irmã. Todo dia eu fico cansada antes das 18h da tarde, sem energia pra ler, sem saco pra estudar inglês - eu ainda estudava, mesmo depois de ter trancado o curso. Até comer tá sem graça. A única coisa que ainda salva os meus dias são as visitas da Deborah mesmo. Não fosse ela, eu dormiria o máximo de tempo possível e acordaria só na hora de preparar o almoço.

I guess promises are better left unsaid. Porque é muita sacanagem você plantar esperança dentro das pessoas. Mas as coisas acontecem dessa maneira mesmo. Uns me cortam as pernas, mais tarde eu dou um jeito de voar, né? Se não foi dessa vez, farei dar certo na próxima. A minha vida sempre foi tentar de novo.

O tempo vai dar um jeito de me fazer esquecer disso tudo. Vai passar. Eu sei que vai. Por enquanto eu vou dar um jeitinho nesse aperto que estou sentindo aqui dentro.

É isso. Até.

por Bah

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U2, U2...

Resolvi escrever ao som de U2 (ou tentar, sei lá). Começando com "I Still Haven't Found What I'm Looking For".

O que será que deu em mim? To postando muito pra alguém que tinha quase abandonado isso aqui. Nem posso dizer que é falta do que fazer, pois passei as férias inteiras desocupada e só agora resolvi voltar a escrever.

Ontem eu dormi às 4h da manhã, acordei 7h pra ouvir a minha mãe falar umas coisas e depois por volta das 9h porque a Deborah resolveu me dar outro susto - mas esse susto foi de verdade, não esperava a visita dela, a recebi toda descabelada, de estômago vazio e sem nem estar com os dentes escovados!

Minha casa tava uma bagunça, minha irmã não foi pra aula e eu fiquei morrendo de preguiça jogada no sofá. Daí meu irmão chegou e comecei a arrumar tudo. O Gu ligou perguntando se podia passar aqui, mas nem dava, eu tava cheia de coisas pra fazer. Quando eu deitei no sofá novamente, ele apareceu. Conversamos muito e rimos demais! Foi legal recebê-lo, foi bem divertido mesmo. Talvez a gente marque algo pra fazer no sábado. \o/

Conversa engraçada com a tal moça do churrasco ontem. Ela tem uma coisa que me deixa intragada, uma maneira de ver o mundo, é tudo tão previsível, saca? Não chega a ser um defeito, mas ela anda meio desanimada, não sei. Mas, se tudo der certo, até junho acho que dá pra sacudir um pouco a vida dela - até to imaginando a cara dela ao ler isso... Hahaha.

É, não adianta, U2 não me inspira... Deixa eu mudar.

Agora ao som de "Kanashimi wo Yasashisa Ni" de Naruto. Hahaha... É mais animado, sei lá. Enfim, vamos lá então.

Problemas, problemas. Acho que eu nunca passei por uma fase tão light. Meus problemas não se encaixam naqueles sem solução e nem incomodam como deveriam. Talvez seja a minha felicidade que tem espantado coisa ruim. Hehehe... E eu ando tãããão feliz!

Do nada lembrei da Luly. Por quê? Ela deixou um comentário no meu fotolog, disse sentir saudades e deu a entender que eu não sinto. Fico lembrando de quando era Deus no céu e Luly na terra. Caramba, meu mundo ficava perfeito ao ouvir a voz dela, eu ria muito quando conversávamos. Acho que eu nunca valorizei tanto uma amiga assim.

Gosto muito dos meus amigos, mas não do jeito que eu gostava dela, não conseguia ver as pessoas como a via. Pra mim era impossível existir alguém pelo menos um pouquinho parecido com ela. Você deve estar imaginando que ela é a pessoa mais agradável do mundo, né? Bom, ela é muito doce sim, mas também bastante complicada. Mas eu não me importava com os defeitos. Tipo, ela era ciumenta pra caramba, mas era a Luly, ela podia sentir ciúmes de mim.

Eu tentava mostrar, constantemente, o quanto eu a amava, o quanto a amizade dela era importante pra mim, o quanto cada segundo significava muito. De vez em quando eu passava um tempo meio longe, mas isso acontece aqui também, com os meus amigos que ficam beeem pertinho de mim. Depois de um tempo, de repente, como um tapa na cara, ela me falou umas coisas, nada muito chocante, mas que me atingiram de uma maneira estranha... Desde aí nunca mais fomos como éramos antigamente, nada mais de conversas durante a madrugada, nunca mais liguei pra ela. Não vou culpá-la por nada, ela não estava errada, eu era mesmo tudo aquilo que ela disse.

Foram coisinhas simples. Ela criticou o fato d'eu continuar ouvindo as mesmas bandas, disse que eu não me deixava ouvir coisas novas. E depois vieram outras críticas, uma mais descabida que a outra. Foi quando eu percebi o quanto ela não me conhecia e o quanto nos transformamos em meras estranhas. E eu, por mais estranho que pareça, amo muito aquela menina e sinto sim saudade, muita até. Porque um dia ela foi o meu sentido e conseguiu arrancar sorrisos suaves e intensos de mim.

Em pensar que nunca trocamos um abraço. =/

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Oi, oi, oi!

Hoje (ontem) o dia começou meio confuso. Fiquei conversando com o Gu na madrugada, ele ligou pro meu cel e tivemos uma conversa que realmente não podia ter demorado a acontecer, precisávamos mesmo ter uma conversa. Mas tudo se resolveu, o papo foi super agradável. Pena que a minha mãe acordou e ficou reclamando por causa do horário. Sinceramente eu não sei que graça tem fazer 18 anos se nem conversar com uma amigo após a meia-noite eu posso - e eu ainda estava usando o meu celular.

Pouco depois que acordei recebi uma visita susto da Pooh. Foi legal, rimos bastante e eu já estava com saudade. Pena que durou pouco mais que uma hora e ela precisava voltar pra casa. E essa chata ainda me fez o favor de perder uma cartinha minha. Hunf.

Minha vida de irmã-mãe tá chatinha. Tenho que ficar lembrando a minha irmã um monte de coisas e ainda preparo o almoço dela. Mas eu perdôo em parte porque ela mal sabe fritar um ovo. De qualquer maneira o que mais me deixa revoltada é a minha mãe com essa mania de só cobrar as coisas de mim. Ninguém pode lavar a louça porque só eu nasci com mãos! ¬¬'

O Gu me chamou pra visitar a Jéssica (acho que é desse jeito) Cravo. Uma menina que não é patty, mas tem jeito. Foi legal, nem demorei pra encontrar a casa, rimos muito. Ela parece ser uma boa pessoa e nem é tão doidinha como ele disse. Ah, também conheci a Luisa (Luiza?!), que estuda com a Jéssica, muito engraçada a menina. Ficamos lá por mais de duas horas e depois peguei uma carona com o Gu e voltei pra casa.

Em casa tudo normal, tirando a bagunça que tava aqui e eu tendo que fazer o jantar. Aff. Depois ainda teve o big brother. Tadinha da Sirí, mas nem dava pra coitada ficar, seria muita pressão pra uma manteiga derretida que nem ela.

Aula de psicologia só segunda mesmo. Êêêê!!! =D

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Aqui estou eu...

Ao som de Sway do Bic Runga, pensando um pouco em mim, pensando um pouco em nada. Talvez porque agora a minha vida without ensino médio esteja começando. Tudo quase que de uma vez só. As coisas indo bem por todos os lados e eu com uma cara de hein?! no meio.

Depois de uma certa arte ridícula aprontada e resolvida, posso dizer que meu namoro vai muito bem, obrigada. Não me recordo quando, mas estou certa de que já pus aqui algo sobre relacionamentos não darem certo comigo. E isso ocorre de fato. Na tentativa de não tentar eu quase estraguei o melhor relacionamento que tive. Primeiro porque todos os outros foram recheados de problemas ou passados esquisitos. Depois porque eu me considerava madura o suficiente pra ser a melhor pessoa do mundo de alguém. Ah, como a vida gosta de me dar um puxão de orelha! E então o pior quase aconteceu, mas de uma maneira estranhamente assustadora, tudo se resolveu e eu continuo a desfrutar desse relacionamento lindo, com a pessoa mais maravilhosa do mundo, com alguém que muda qualquer problema com aquele simples sorriso.

Mas my relantionships não se encerram por aí. Digamos que pra resolver um problema eu tive que criar outro, e este talvez seja um pouco mais difícil de se resolver do que o anterior. Incrível como eu só pareço me enrolar mais nas situações. Só espero que as coisas se resolvam um dia, aliás, eu não espero, estou trabalhando para que isso aconteça.

Um dia desses aí eu parei pra falar com uma menina que conheci com o Gu num churrasco. Foi legal - apesar d'eu ter uma sensação esquisita de que a gente não vai se dar muito bem. Conversamos bastante, por mais de uma hora. Quase no fim do papo, bem pertinho dela se despedir a falar que estava com dor na coluna e só restava eu on na listinha do MSN, ela disse que eu era complicada. Fiquei pensando muito nisso. Eu? Complicada? Mas qual seria a intenção por trás de uma observação como essa? Tá, eu sou complicada, admito. Muito ou pouco, não importa. De qualquer forma foi algo que ficou na minha cabeça mais do que "meias brancas ou pretas?" - e eu nem tenho meias pretas.

E entre um namoro bonitinho e amizades estranhas estou eu, a garota decidida-complicada-chorona. Aff, já chorei muito esse ano, estourei a cota! Eu deveria tomar um certo cuidado com a minha sensibilidade, não tá dando certo expressar muito as minhas emoções, sei lá, as pessoas se culpam muito por cada lágrima, como se fizessem mal a mim o tempo todo.

Eu to meio afogada em mim mesma, querendo sair de dentro de algo que pertenço desde quando nasci: my body. Sabe quando dá aquela vontade de se ver de longe pra saber o que estamos fazendo errado? É que a minha mãe anda muito implicante. Tá, eu sei que ela implica até com a própria sombra, mas acreditem: isso não tá me fazendo bem. Talvez seja algum problema no trabalho, ou seria algo mais sério? Do tipo "putz, matei um cara na esquina, escondi o corpo no armário e preciso de alguém sensível o suficiente pra admitir ser o culpado". Naaahh... Acho difícil, ela não esconderia ninguém no armário, iria sujar muito e ela é maníaca por limpeza.

Sobre afogamentos... Que tal eu me transformar numa louca maníaca que faz duas faculdades? Pois é, vou fazer Psicologia na Cathedral e no segundo semestre inicio Direito na UERR. O mais chato de tudo é a quantidade de pessoas que olham pra minha cara e falam espantadas: "Duas? Tá doida? Não dá!". Ora, ora, vão plantar batatas! Hehehe... Já disse, vou fazer o possível e o impossível pra levar as duas até o fim, se não der eu tranco psicologia e termino depois, hoje em dia existe solução pra tudo! Eu hein...

Agora chega de escrever - até mesmo porque o realplayer resolveu tocar U2 e eu fico sem idéia do que pensar quando ouço essa banda (?!).

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Não lembro exatamente o dia que coloquei esse novo template aqui, mas fazia um bom tempo que eu tinha enjoado do anterior. Troquei, mas a falta de idéias continuou e eu ainda não sei sobre o que falar, o que escrever.

Minha vida não mudou muito desde o último post. Certo que muitas coisas aconteceram, lágrimas rolaram, abraços, e enfim, continuo namorando - agora bem mais firme que antes.

Amigos e amigos numa boa. Colegas num canto, quase invisíveis e esquecidos, mas ainda ali. Não to saindo muito, tá bem mais difícil encontrar o povo que estudava comigo no hell. Pra falar a verdade eu acho que ainda não vi ninguém, fora a Márcia, esse ano.

Passei na UERR e as aulas só vão começar no segundo semestre. Provavelmente eu vá cursar psicologia na Cathedral, mas nada certo.

Não sei mais o que comentar. To meio "assim sei lá", sem saber direito a hora certa de dizer sim, quando é mais inteligente dizer não, mas disposta a tudo.

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